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Abaixo encontram-se algumas das perguntas frequentes e respetivas respostas. Se necessitar de algum esclarecimento adicional por favor entre em contacto connosco.

Questões Frequentes

Em primeiro lugar, remover as ervas daninhas com enxada. De seguida , colocar uma malha/tela permeável e aplicar um agregado decorativo, tais como: casca de pinheiro; brita cinzenta / Vermelha ou Escura. Poderá tambem optar pelo uso de plantas cubresuelo: dimorphotecas carpobrotus, lamprantus, etc., além de ser muito verde e florescer, precisa pouca água e não deixa sair as ervas daninhas.
Não. Embora a água seja crucial para a saúde da relva, dando-lhe os nutrientes essenciais para crescer e reproduzir, regar em excesso pode dissipar esses nutrientes e ao manter a relva molhada durante muito tempo, isso torna-a susceptível à contracção de doenças e pragas. Água a mais pode ser tão prejudicial como uma seca, ou seja, nesta matéria é preciso, acima de tudo, sensibilidade e bom senso. Em termos de bom senso, saiba que a relva não necessita de mais de 2,5 cm de água por semana, incluindo o que chover. Para além disso, poupar água está na ordem do dia.
Não. Existe um mito comum que diz que as relvas mais bonitas e saudáveis são aquelas que estão cortadas rente ao solo, mas isso não é verdade. Cortar a relva demasiada curta, principalmente nos meses mais quentes do ano, coloca uma tensão excessiva sobre a mesma. Para ser atractiva, uma relva precisa de estar aparelhada e regular e não necessariamente curta. O ideal é manter a relva numa altura de 7-7.5cm e aparar mais frequentemente.
Não. Se tiver um solo de boa qualidade, a relva só precisa de ser fertilizada duas ou três vezes por ano; mesmo uma relva menos nutrida não requer mais fertilizante do que bimensalmente. Para além de adquirir o fertilizante certo, saiba que os tipos de relva que adoram o calor devem ser fertilizadas no alto Verão e aquelas espécies que florescem nas épocas mais frescas, devem ser fertilizadas no início da Primavera e depois no início do Outono.
Não. Regra geral, junta-se a relva cortada e deita-se fora, no entanto, esta deve ser deixada exactamente onde está para assumir o papel de fertilizante orgânico e nutritivo. Recheada de nitrogénio, fósforo, potássio e outros nutrientes essenciais à saúde da relva, é importante aproveitar este recurso natural. Se não gosta desse aspecto “desarrumado”, junte a relva cortada e utiliza-a como compostagem orgânica, deitando-a sobre a terra de outras plantas para potenciar o seu crescimento saudável.

Questões Frequentes

A melhor altura do ano para fazer a manutenção de um relvado é depois do calor rígido dos meses de verão, isto é, no outono. Nesta época, o regresso das chuvas e das temperaturas mais frias permite que sejam efetuados todo o tipo de trabalhos de manutenção da terra, designadamente na recuperação e fortalecimento de um relvado. Tenha em consideração que, no inverno, o relvado pode ficar dormente e estar totalmente saudável com a chegada da primavera.
Se a primavera se destaca pelas florações exuberantes, o verão pelas colheitas e o outono pelas plantações, o inverno é a época em que se realizam grande parte das podas. Chegando-se a esta altura do ano, torna-se imperativo levar a cabo esta tarefa para que as plantas estejam preparadas para a primavera. Com a dormência, são muitos os galhos de árvores que ficam secos. Ao removê-los cuidadosamente, fará com que a planta se revigore com mais rapidez quando chegar a primavera, quando a seiva volta a circular com todo o vigor, porque será direcionada apenas para as partes saudáveis da planta. A poda é ainda muito importante por motivos de estética (controla a forma, o volume e altura das plantas) e para o controlo de pragas e doenças.